Cultura Builder Enterprise
PROPOSTA COMERCIAL · QUALITY DIGITAL
25 AGO 2026 · CONFIDENCIAL
Back office agêntico · Harness próprio · Caminho de produto

A LLM é o motor.
O harness é o carro — e o carro é seu.

Modelos de IA trocam a cada trimestre. O que fica — e o que vale — é o harness: a camada que conecta a empresa aos agentes, com contexto, permissões, auditoria e evidência. Esta proposta instala essa camada na Quality começando por onde ninguém olha: o back office.

01 O que ouvimos
02 A tese: o produto é o harness

O mercado vende modelo. Mas o modelo é commodity em rota de queda de preço: o melhor de hoje é o segundo melhor em seis meses, e o seu cliente multinacional pode simplesmente exigir outro. Se o valor estivesse no modelo, ele evaporaria a cada release.

O valor está na camada que não troca: o contexto da Quality (processos, contratos, sistemas, cláusulas, margens), as permissões de quem pode o quê, a trilha de auditoria de cada ação e as conexões com ERP, CRM e jurídico. Essa camada — o harness — acumula: cada processo mapeado e cada cláusula codificada vira ativo reutilizável. Primeiro dentro de casa. Depois, como produto para os seus clientes.

SISTEMAS DA QUALITY ERP · Financeiro CRM · Comercial Contratos · Jurídico HARNESS QUALITY Contexto do negócio Skills por processo Permissões · chinese wall Log + evidência por ação QUEM OPERA Agentes 24/7 Time faixa-preta Clientes da Quality MOTORES PLUGÁVEIS — TROCAM SEM MEXER NO CARRO Claude Gemini LLM local open-weight INCLUSIVE A LLM QUE O COMPLIANCE DO SEU CLIENTE EXIGIR
O harness fica. O motor troca — por decisão sua ou por exigência do cliente. Nenhuma das duas mexe no ativo.

"Define o que o modelo vai fazer, porque o modelo muda. Mas é o harness que conecta a tua empresa com todos os seus colaboradores."

— DA NOSSA CONVERSA, 25/08
03 Fase 1 — Acesso executável

Diagnóstico que termina com agente em produção

6 semanas
  • A

    Imersão com as lideranças. O alinhamento cultural já foi feito — e da forma difícil. O que falta é o mapa de execução: sentamos com cada liderança de área para entender o contexto operacional e onde a régua aperta primeiro.

  • B

    Mapa dos ~120 do back office, processo a processo. Tesouraria, contas a receber e a pagar, contabilidade, FP&A, administrativo, inteligência comercial — cada processo com volume, sistema de origem e custo de mão de obra associado.

  • C

    Builder Score Zero. Baseline auditável por área. É o instrumento que mede o ROI mês a mês na Fase 2 — nada de percepção, só número.

  • D

    Matriz de redução. Processo → agente → economia estimada → ordem de ataque. A régua de priorização é a sua: onde há mais gente, há mais impacto.

  • E

    Decisão de arquitetura. LLM local, API ou híbrido — decidido por classe de dado e por exigência de compliance dos seus contratos, com desenho de residência, logs e evidência. É aqui que a pergunta "implantamos LLM local?" ganha resposta de engenharia, não de opinião.

  • F

    Dois agentes em produção antes do relatório. No processo de maior volume identificado nas primeiras duas semanas. O acesso termina com prova, não com slide.

04 Fase 2 — Esteira de agentes

Um agente por processo, com auditoria de fábrica

Ciclo de 6 meses
  • A

    Harness Quality implantado no seu ambiente — ou no da subsidiária que o compliance pedir. Residência de dados definida em contrato.

  • B

    Fila de build saída da nossa conversa: governança de contratos com um agente por cláusula sensível, verificação contínua de pagamento, recebimento, margens e alçadas contra o CRM; faturamento e FP&A; inteligência comercial. Cada agente nasce com log, evidência e trilha de auditoria — o pacote que a governança dos seus clientes exige, nativo, não colado depois.

  • C

    Formação com papel invertido. Não é curso: o time que permanece é formado como operador dos agentes — quem revisa, aprova e melhora o trabalho que antes era de 120. Vocês decidiram ter só faixa-preta; nosso método forma e mede exatamente por faixa.

  • D

    Meta contratada, medida mensalmente: back office de ~10% para 6–7% da força de trabalho, acompanhada pelo Builder Score contra o baseline da Fase 1.

A ordem dos processos na esteira é recalibrada todo mês com a diretoria — a matriz da Fase 1 é o ponto de partida, não um cronograma engessado.

05 Compliance por construção
Chinese wall

Isolamento por cliente

Workspaces segregados — credenciais, índices e histórico separados por contrato. O que a Electrolux exige das suas pessoas, o harness exige dos agentes: por construção, não por promessa.

Modelo do cliente

LLM definida por contrato

Se o compliance do cliente exige um provedor específico, o harness roteia aquele contrato para aquele modelo. Se exige on-premise, roda open-weight no ambiente dele. O harness não discute com o jurídico do cliente — obedece.

Evidência

Auditoria exportável

Cada ação de agente gera log imutável e evidência exportável — o dossiê que hoje a área de governança monta à mão vira subproduto automático da operação.

Residência

Dado onde o contrato manda

Processamento no ambiente definido em contrato — sua infraestrutura, subsidiária no exterior ou ambiente do cliente. Transferência internacional endereçada contratualmente, na régua da LGPD.

06 O caminho de produto — para os seus clientes

O mesmo harness que reduz o seu back office é o produto que a Quality passa a vender. Os casos já estão na mesa: totem de loja com IA para o varejo atender com menos gente, agentes de contrato como serviço vigiando cláusulas 24/7, back office agêntico para o portfólio inteiro. E o modelo comercial inverte a seu favor: em vez de vender horas, a Quality vende consumo — seus clientes compram tokens de você, rodando no harness que carrega a sua marca.

Esse caminho não se precifica hoje. Ele se desenha depois que a casa provar — com números do Builder Score — que o motor funciona. Quando chegar a hora, o desenho é de parceria de receita, não de fornecimento.

07 Investimento
Fase 1 · Acesso executável
3× R$ 50.000
total de R$ 150.000 · 6 semanas
  • Imersão com lideranças + mapa dos ~120
  • Builder Score Zero + matriz de redução
  • Decisão de arquitetura (LLM local vs. API)
  • 2 agentes em produção incluídos
Fase 2 · Esteira de agentes
R$ 85.000/mês
ciclo de 6 meses · total de R$ 510.000
  • Harness implantado no seu ambiente
  • Squad de build dedicado + formação por faixa
  • Consumo de modelo e infra repassado a custo, com teto dimensionado na Fase 1
  • Meta contratada: back office a 6–7%, medida pelo Builder Score

Modelo B — pele em jogo

Se preferirem, a Fase 2 pode ser contratada a R$ 55.000/mês + 15% da economia anualizada auditada pelo Builder Score contra o baseline da Fase 1. Mesma entrega, risco compartilhado. A escolha do modelo é feita na assinatura da Fase 2 — sem pressa: a Fase 1 existe justamente para dar o número que fundamenta essa decisão.

Referência de retorno: a meta de 6–7% representa a eliminação da ordem de 40 posições administrativas. A folha mensal dessas posições é múltiplo do investimento mensal da esteira — o payback se mede em semanas de folha, não em anos de projeto. Proposta válida até 24/09/2026.

08 Próximos passos
  1. Aprovação da Fase 1 e assinatura. Kickoff em até 10 dias úteis, com agenda das lideranças fechada na primeira semana.
  2. Semana 2: processos de maior volume selecionados; início do build dos dois primeiros agentes.
  3. Semana 6: apresentação à diretoria — mapa completo, Builder Score Zero, decisão de arquitetura, dois agentes rodando e a Fase 2 calibrada com número, não com estimativa.