Um único contrato recorrente de 12 meses que cobre o arco inteiro — imersão, mapa, baseline, harness implantado e a esteira de agentes com auditoria de fábrica. Três meses de implantação concentrada, nove de operação em cadência, um número medido todo mês. Sem vão entre fases, sem re-negociação no meio do caminho.
| Período | Investimento | O que entrega |
|---|---|---|
| Meses 1–3IMPLANTAÇÃO | R$ 130.000/mês | Imersão com as lideranças · mapa dos ~120 do back office, processo a processo · Builder Score Zero (baseline auditável) · matriz de redução — processo → agente → ordem de ataque · decisão de arquitetura: LLM local vs. API, por classe de dado e exigência de compliance · harness implantado no ambiente definido em contrato até a semana 6 · 2 agentes em produção na semana 6, 4 ao fim do mês 3. |
| Meses 4–12OPERAÇÃO | R$ 85.000/mês | Célula dedicada da Cultura Builder na esteira — dimensionada por entrega, não por hora: cadência de referência de um agente novo em produção a cada três semanas, um por processo, com log e evidência nativos · fila recalibrada com a diretoria todo mês · formação do time que fica como operador dos agentes · Builder Score mensal contra o baseline, com relatório à diretoria. |
| Consumo | Repasse a custo | Modelos e infraestrutura repassados a custo de provedor, sem margem, com teto mensal dimensionado na implantação e telemetria aberta. A margem da Cultura Builder está na célula e na plataforma — nunca no token. |
Ciclo de 12 meses: 3× R$ 130.000 + 9× R$ 85.000 = R$ 1.155.000 (média de R$ 96.250/mês), faturamento mensal. Consumo à parte, dentro do teto.
A meta de 6–7% corresponde a cerca de 40 posições-equivalentes (FTE) de back office. A folha mensal dessas posições é múltiplo do investimento mensal — e quem mede é o Builder Score, não a percepção.
12 meses, com fidelidade mínima de 6. A partir do sétimo mês, rescisão por qualquer das partes com aviso prévio de 60 dias, sem multa — o que foi construído até ali fica na Quality.
Mensal, antecipado ao mês de competência, com a primeira parcela na assinatura. Consumo faturado no mês seguinte, contra a telemetria.
IPCA acumulado, na renovação ao fim do ciclo de 12 meses.
Meta de referência: back office de ~10% para 6–7% da força de trabalho ao fim do ciclo, medida todo mês pelo Builder Score contra o baseline da implantação — em capacidade liberada (horas-equivalente) por processo. O Builder Score mede a capacidade liberada; o que fazer com ela — realocar ou reduzir — é decisão da Quality.
O harness implantado — configuração, contexto, integrações —, os agentes e todos os ativos construídos ficam na Quality, com licença perpétua de uso da plataforma. O motor troca; o carro é seu.
Chinese wall por cliente, logs imutáveis, evidência exportável e residência de dados definida em contrato — entregues na implantação e verificáveis em auditoria.
Ponto focal executivo da Quality, com agenda das lideranças na primeira semana · acessos aos sistemas do back office (ERP, CRM, financeiro) até a semana 2 · ambiente de implantação provisionado até a semana 4 · disponibilidade do time que fica para a formação como operador.
O white-label para os clientes da Quality é desenhado como parceria de receita depois que o Builder Score provar o interno. Sem preço hoje — de propósito.
Proposta válida até 30/09/2026.
Vocês vendem fábrica de software; seus clientes não constroem o próprio ERP. Pela mesma lógica: harness com auditoria nativa, chinese wall e evidência exportável é o nosso produto, em produção em cliente enterprise e entregue na Quality com os requisitos dos seus contratos — não mais um projeto interno competindo com a operação por prioridade.
O obstáculo nunca foi capacidade técnica — é mandato. A operação sempre vence a fila de investimento interno. "Preciso que alguém vá lá, olhe e execute": é literalmente o que o contrato contrata.
E o que fica é de vocês. Ao fim do ciclo, a Quality tem o harness, os agentes, o baseline medido e o time formado como operador — faixa-preta, não dependente.
Por que setembro: com kickoff em outubro, mapa e baseline fecham antes de dezembro. Fechamento anual e orçamento são os piores meses para tirar tesouraria, contabilidade e FP&A da mesa — e os melhores para já ter agente rodando.